Morto siléncio
*
Um morto siléncio
repousa no vento.
Soturnos pensamentos
recorrem meu ser.
Borboleta hipnotizada
pola luz da lámpada.
Acerbo vertigem
que derrete a paixom.
Serena tristura
e inexorável viagem
ao desvám do esquecemento,
ao baú dos recordos.
🌟
Moradelha editora